A Raposa Sombria, de Sjón – Resenha de livro

A-Raposa_Sombria_Sjon100 págs.
Editora Hedra

Sob o rigoroso inverno islandês, uma história sobre a estranha interação entre um caçador e uma raposa. Outra história corre em paralelo, não muito distante do drama do caçador em sua missão. Em uma vila, o drama vivido por um estudioso pela natureza sobrevivente daquele ecossistema, que tem que lidar com uma pessoa de necessidades especiais, portadora da Síndrome de Down. Para a época era algo difícil de se lidar pois ainda não havia informações que espantem o preconceito ou mesmo o melhor lidar nessa situação de trato humanístico.
O interessante de se ler histórias ocorridas em povos de culturas difeentes, é o modo de cada um lida com a solidão imposta pelas intempéries do tempo e das condições geográficas. Verdadeiras ilhas poéticas emergem no esplendor do frio e gelo, que ensinam tanto sobre a solidão em si, assim como lidar com a sobrevivência tanto em corpo e principalmente com a mente.
Apesar de terem como únicas certezas em suas vidas ter nmorte e o frio prentes no final de suas vidas, não se esquecem e nem se descuidam da poética que brota nos momentos em que mais necessitam, dando-lhes um amparo que alquece a alma e coração.
O sentido de arte é manter a mente sã e protegê-la da melnacolis dos dias gelados. encontrar o alento em poemas e música colaboram para que a mente não se renda à solidão que os congela. É um tipo de patamar elevado que faz-os esquecer e proteger às privações e às agruras do tempo.

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