A Memória Vegetal, de Umberto Eco – Resenha de livro

memoria-vegetal_umberto_eco272 págs.
Editora Record

Compêndio de trechos publicados em diversos meios editoriais, tal como em introduções, conferências que o autor participou, dentre outros. Seu nome é relacionado à matéria prima do papel, que é de polpa de celulose de madeira, do estado vegetal. Ele cita o estado mineral da origem dos computadores, que é sílica e quartzo, que form o chip do computador, parte importante do funcionamento analítico de um computador.
Na introdução explana as diferenças e modos de apreciar os livros, que vai desde a bibliofilia (apreciação) a até a designação de alfarrabista (vendedor de livros velhos), dentre muitos outros.
O autor narra histórias peculiares em foco sobre a apreciação de livros que bibliófilos entenderão, bem restrito ao gosto do autor de enfoque medieval.
tanto pelo gosto peculiar de Umberto Eco, que cita tipos de edições dessa época que fazem parte do rol de clássicos da bibliofilia, tal como as edições Hanau Khunrath, ilustrações na formatação circular de passagens de Escritas Sagradas da Bíblia.
Nessa edição brasileira há trechos em que se manteve em italiano e latim, para se ater ao texto original.
Esperava mais histórias peculiares relacionadas ao tema, apesar da narrativa do autor ser fluida e interessante. É o tipo de livro que a curiosidade impulsionou o gasto, só para saciá-la.

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